Eu sou feita do mesmo tecido que o Universo.
Minha mente é um completo caos de nebulosas
Explosões a níveis desconhecidos impulsionam a matéria
(Tanto a convencional como a negra)
Para lugares que eu nem imaginava que existissem.
Em minha cabeça, tenho um aglomerado de estrelas
Anãs, gigantes, brancas, vermelhas
Sóis venerados,
Estrelas da morte capazes de dizimarem seus sistemas...
Quando fecho os olhos
Posso ver as galáxias em espirais passando
Sendo jogadas para frente
Pela eterna expansão
Assim como em um Universo
O objeto mais pesado
Mais denso
É o buraco negro
Que suga todo e qualquer brilho
Das estrelas que um dia imaginei
Não há deuses aqui.
Eu me inventei
Eu me formei
Eu me expandi
Eu sou a deusa de minha própria criação
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